7/20/2009

De regresso, passo a passo

Depois de ausência necessária estou a regressar, bem devagarinho, para poder seguir em frente.
Estou com saudades de tudo e de todos.
Um grande abraço para quem me apoiou.

11/28/2008

http://zingarelho.weebly.com



A nova página da Zingarelho onde pode ver todos os trabalhos

Porta documentos


especiais para crianças.
A fornada seguinte vem a caminho.

Para artistas dos trapos ou para quem tem de tratar da roupa




para guardar as agulhas e alfinetes.
Cada um é único.

11/14/2008

Fã de animais



Adoro animais e eles participam na minha vida.
Neste momento tenho em casa um belo macaquinho para mostrar Lisboa à sua criadora, que ainda não pode cá vir (versão simples de AMELIE). Assim que chegou foi logo para cima da ilustração da baixa de Lisboa do Ricardo Cabral.

http://www.vivianeschwarz.co.uk
http://ricardopereiracabral.blogspot.com

Já o cão foi impedido de sair de casa e está a guardar os livros de casa.

10/23/2008

Sobre o nosso cão



O nosso cão é um elemento da família e marca com a sua presença.
Aqui partilho um texto dedicado a ele pelo Jornalista António Martins Neves no seu blog Atlântico Expresso:

"Leal Fernando,
quando te estou a escrever estas linhas, ele deve estar a viajar com a “família” entre o Ribatejo e Lisboa, refastelado com as crianças no banco de trás. Mal abram a porta do carro, vai ser o primeiro a sair e não se vai preocupar com malas nem carrinhos. Depois de uma semana fora, provavelmente vai querer matar saudades da casa e do gato. Se chegar de dia e lhe permitirem, ainda vai dar uma volta pelo bairro e rever os amigos da cidade, antes de tornar para conforto do lar. Segunda-feira lá volta à rotina. Sair de manhã e regressar apenas ao fim do dia, como fazem todos lá em casa.

Falo-te de “Odie”, um cachorro especial que conheci há poucas semanas. Não sabe o que é uma trela e devia ficar com uma depressão incurável se o amarrassem. Deixou-me fazer-lhe uma festa porque estava com os donos, o João e a Cláudia. Caso contrário que tirasse da ideia essa mania que os humanos têm de passar a mão pelo pêlo de um cão a sério. Está a meio (tem oito anos) de uma vida intensa e como quase todos nós nunca teve o destino nas mãos. Uma tragédia ia colocando ponto final a uma vida que acabou por se recompôr. Mas como nem tudo é mau na vida, a Cláudia viu o gesto assassino de quem atirou o cachorro janela fora ali para os lados do Pinhal Novo numa noite fria de Fevereiro. Para quem achar que a vida de um cão tem obrigatoriamente que ser má, “Odie” cá está para provar o contrário. Escapou daquele voo quase fatal e ganhou uma família a sério. E parece não se ter esquecido. Não é de esquisitices quando é hora de comer, gosta do campo e da cidade, de andar a pé ou de carro e nem levantou a voz quando um gato pequeno passou a viver lá em casa. Friorento como é, até aceitou dividir a cama com ele. Sem ponta de preconceito.
Falemos então da rua, onde o nosso cão preto passa os dias. Na idade do atrevimento, num passeio nocturno decidiu ir descobrir mundo e no meio das trevas desapareceu em plenos Olivais. Chamaram, procuraram, esperaram e… nada. O casal conformou-se: o “Odie” desaparecera. Preparavam-se para fazer o luto quando, na madrugada seguinte, ao sair de casa, Cláudia deu de caras com o vadio. “Ah voltáste?! Então espera…”, conta-me o João ter pensado na altura. Pensou e fez. Quando saiu levou-o consigo, enfiou-se sózinho do carro e acelerou. Ele lá ficou na rua. Até hoje nunca mais levou a mal aquele gesto e aprendeu a passar os dias em liberdade, situação bem mais adequada a qualquer cão do que ficar a vida fechado num apartamento a contocer-se de bexiga cheia porque os donos têm que se esfalfar lá nos empregos e apertos de cão não são argumento que se apresente ao chefe para sair antes do trabalho concluído."

Pode ler o resto em http://atlantico-expresso.net/portugal/cao-com-sorte/2008/10

10/11/2008

Para acabar com as insónias....


... contar carneiros ou ovelhas:)

Almofada em algodão com enchimento em acrílico hipoalergénico.
Lavar na máquina a 30º.
Disponível.

Guardar informação

Cá em casa a informação é muito importante.
Algumas informações são secretas outras partilhadas, mas tem de existir um modo de as guardar.
As informações sobre os nossos filhos e de alguns amigos e clientes tem estado guardadas em pequenas bolsas ou capas, como o boletim das vacinas, certidão de nascimento ou o livro do bebé.
Não tenho fotografias de todos mas aqui vai uma amostra do que ainda está em casa disponível.




9/26/2008

Ferro precisa-se antes de fotografar





mas os sacos e as mantas já estão passados

Bebés toca a comer bem ....




porque estes babetes protegem a roupinha